147.

NA MINHA CABEÇA. Cá dentro moram estes bichos todos, estas máquinas, estas cores.  A minha mulher acha que eu devia desenhar mais vezes sem ser “à vista”. Apenas deixando esta fauna toda sair cá para fora sem pensar muito. Houve um tempo em que eu só desenhava assim mas há uns anos percebi a importância da disciplina a que o desenho à vista nos obriga e, aos poucos, fui deixando de fazê-los ::: Ultimamente tenho sentido um chamamento. Como se estivesse a rebentar ou fosse urgente abrir-lhes os portões e deitá-los cá para fora. Este é um desenho recente. Parece-me que vão voltar.

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s