214.


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Esta semana percebi que tenho mais de 800 músicas no meu telemóvel. Que raio, oitocentas músicas! Atingi este número, obviamente, sem tomar consciência disso, numa espécie de festim louco: “vou só descarregar mais este álbum, ainda posso, tenho espaço. Vai-me dar imenso jeito para o ouvir quando for a conduzir num daqueles dias em que não está a chover mas quase e o sol aparece só de vez em quando e não está nem muito frio nem muito calor… ::: Não preciso de 800 músicas no bolso para nada. Ninguém precisa. A sério, quanto tempo demoraríamos a escutar todas as oitocentas músicas que ali moram? Onde inventaria eu esse tempo? ::: Há uns anos eram aparelhos como este quem detinha o monopólio da leitura de músicas. Eram rádio-leitores de cassetes. E no máximo tinham 90 minutos de música – ou seriam só 60? Já nem me lembro. Alguns tinham uma enorme tecla vermelha: REC. E era a loucura porque dava para gravar quando a carregávamos (com força!) juntamente com a tecla PLAY. Passávamos horas a gravar as nossas músicas preferidas e depois a escrever o nome das músicas e a inventar um título para a cassete. Qualquer coisa original como BALADAS nº6. Às vezes ficavam para nós, às vezes oferecíamos aos amigos. ::: Ainda assim, continuo a associar estas relíquias radiofónicas às tardes desportivas de Domingo e a todos os golos que me deram a ouvir na infância.

200.


Duas vezes cem. Ontem colocou-se a questão lá em casa: qual é o ordinal de duzentos? Eu pensava que era duocentésimo mas não é. ::: Ontem uma amiga minha oferecia um jantar a quem clicasse o 200º gosto da página dela. Pois este é o meu post número duzentos e não tenho nada para oferecer senão esta imagem. ::: Almoçava num restaurante minhoto quando alguém lançou para cima da mesa esta frase “tenho poupado muito dinheiro por não o ter”. Tal como a palavra ducentésimo, não mais sairá da minha cabeça.

190.


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hoje é dia de café. Não sou um grande apreciador mas há dias assim. Precisa-se. Acorda-se com dor de cabeça, as pálpebras pesam mais que nós e a cafeína torna-se uma urgência. ::: Foi este o motivo da escolha deste desenho para o dia de hoje. Fi-lo há alguns anos atrás, a partir de uma fotografia num folheto sobre a produção sustentável do café. ::: Mostra-nos um senhor “plantando café”. Lembro-me daquela palavra ganhar força ao ponto de me pedir para fazer parte do desenho. Sendo uma actividade de países quentes, com boa música e sorrisos largos, a meu ver, quando nos referimos ao café o tempo verbal só pode ser este. Andando. Dançando. Cantando. Plantando.

34.


30Mai2009 PARQUE das NAÇÕES. Um dos programas preferidos lá em casa: almoço em família, ao fim-de-semana, na Capricciosa do Parque das Nações. Não só pelas pizas deliciosas mas também pelo “parque dos instrumentos” ali mesmo ao lado. À magia da música junta-se a magia da massa. (translate.reference.com) One of my family´s favorite thing to do: a weekend luch at Capricciosa  in the Parque das Nações. Not only for the delicious pizzas but also for the “park of instruments” right beside. The magic of the music meets the magic of the pasta.