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São Pedro do Sul (25/25). Com o hall de entrada do Balneário Rainha Dona Amélia, onde a decoração “modernaça” destoa de tudo o resto, termino a Série São Pedro do Sul. ::: O fim desta Série coincide com a entrada do LigeiramenteCanhoto no Facebook (acabei por ceder…) mas tudo vai continuar a acontecer aqui – o Facebook servirá para “espalhar a palavra” mais eficazmente. Já agora, aproveito para dar as boas vindas a todos os novos seguidores.

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São Pedro do Sul (24/25). Há uns dias, numa entrevista dada a Daniel Oliveira para o programa Alta Definição, o jornalista Júlio Magalhães disse uma coisa com a qual concordo em absoluto (disse várias, mas as outras não vêm a propósito) e na qual me revejo embora sem grande orgulho. É lamentável como, nós portugueses, conhecemos tão mal o nosso país. Quando acontece irmos (ou termos que ir) a um sítio como Vouzela, falamos como o Júlio disse: “eh pá, não imaginas, fui a um sítio fantástico. Nem sabia onde aquilo ficava mas não calculas como aquilo é bonito!”. Ele referia-se aos lisboetas em concreto, que “não saem de Lisboa senão para ir ao Algarve” e eu generalizaria a coisa muito para lá de Lisboa mas também não é isso que está em causa… Vouzela fica a dois passos de São Pedro do Sul e quem passar por perto tem que parar e caminhar por aquelas ruas. Este desenho foi feito numa esplanada num largo, a meio dum desses passeios e de um Pastel de Vouzela que, por si só, é motivo mais que suficiente para a paragem!

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São Pedro do Sul (23/25). Outra vista do Hotel Rural Villa do Banho feita uma vez mais a partir da esplanada do Quiosque das Termas. Nos desenhos anteriores tinha gostado do efeito conseguido com a Ecoline azul e por isso decidi fazer um onde a utilizasse somente. Foi isto o que saiu.

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São Pedro do Sul (22/25). Junto ao Grande Hotel Lisboa, aninhada ali ao lado, fica a Casa da Levada. Alguém me contou que era a casa dos donos originais do Grande Hotel. Mais ou menos isto: os donos desta casa tinham um hotel e agora os donos do hotel têm esta casa. ::: Não sei se a história é verdadeira, só sei que é uma das casas mais bonitas da zona e que me deu muito gozo desenhá-la sentado nos degraus do café que fica no outro lado da rua.