191.


5, 6, 7 e 8 e… Mais uma segunda-feira, mais uma aula de hip-hop. Desta vez desenhei o professor, frente ao espelho, a ensinar uma coreografia nova. ::: Utilizei no digital a técnica tradicional: primeiro um desenho rápido e leve – consegue-se ver os riscos iniciais, a azul – e só depois a cor. Tudo muito rápido, como aquela aula.

159.


ALELUIA. Na Páscoa vai-se à terra e eu… fui. Mais uma vez houve caça aos ovos, cabrito com batatinhas, vinho morno, muita broa e vários quilos a mais. E também houve tempo para contemplar esta paisagem que nunca me cansa. O silêncio tranquilo daquelas montanhas gigantes. ::: Há uns meses, fiz este desenho para perceber como se comportavam umas canetas novas neste papel. A técnica que aqui vêm, ao contrário do que parece, não surgiu como cópia dos Impressionistas mas por necessidade, uma vez que se fizesse manchas de cor (como fiz nas montanhas azuis) o papel acabava por ceder. ::: Este desenho faz parte dum esforço a que me obriguei numa tentativa de entrar “mais a sério” no difícil mundo das cores. Não gosto do desenho por aí além, mas continuo a adorar esta vista que me traz toda a infância de volta. Sempre.

4.


23.01.2010. Já seguia há meses o seu site. Mas foi depois de comprar o livro Diários de Viagem, que decidi frequentar um curso do Eduardo Salavisa. Foi um Sábado intenso e divertido, onde passámos horas seguidas a ver desenhos e a desenhar. Num dos exercícios – em pleno Largo de Camões – acabei por desenhar o próprio Eduardo enquanto ele… nos desenhava a nós.

3.


14.02.2010 Foi difícil manter as crianças afastadas, mas consegui. Cada vez que os vejo passar por mim a pedalar freneticamente neste bólide vermelho, apetece-me pedir para dar uma volta. É o triciclo mais bonito que eu já vi. Gosto tanto que guardei uma página dupla só para ele num dos meus melhores blocos.