142.


São Pedro do Sul (23/25). Outra vista do Hotel Rural Villa do Banho feita uma vez mais a partir da esplanada do Quiosque das Termas. Nos desenhos anteriores tinha gostado do efeito conseguido com a Ecoline azul e por isso decidi fazer um onde a utilizasse somente. Foi isto o que saiu.

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São Pedro do Sul (22/25). Junto ao Grande Hotel Lisboa, aninhada ali ao lado, fica a Casa da Levada. Alguém me contou que era a casa dos donos originais do Grande Hotel. Mais ou menos isto: os donos desta casa tinham um hotel e agora os donos do hotel têm esta casa. ::: Não sei se a história é verdadeira, só sei que é uma das casas mais bonitas da zona e que me deu muito gozo desenhá-la sentado nos degraus do café que fica no outro lado da rua.

135.


São Pedro do Sul (16/25). Junto ao rio Vouga, mesmo a morder-lhe as margens, há um caminho para passeios que são já doutro tempo. E no entanto, eles continuam a fazer-se por ali, com toda a calma. ::: Tectos de flores liláses, sombras de árvores centenárias, pedras cobertas de musgo, banquinhos de madeira forrados com almofadinhas para as nádegas mais sensíveis e fontes de água fresca a pontuarem o caminho. ::: O painel de azulejos que encimava esta, remete-nos para outros conceitos e outros líquidos. O amor, esse, andava pelo ar mas da fonte ainda era água o que brotava.

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São Pedro do Sul (12/25). Este é o imponente e lindíssimo INATEL Palace São Pedro do Sul, uma das visitas obrigatórias para quem por ali passa. Nem que seja só assim, visto de fora, a partir de um dos bancos à beira-rio. Na verdade, nunca lá entrei mas… só pode valer a pena. ::: Este desenho foi feito em três fases distintas, em três dias diferentes e com materiais diferentes. É facil detectá-lo porque há alguma incoerência na perspectiva, mas a verdade é que gosto muito do resultado final e, como já aqui disse, muitas vezes o desenho ganha com uma perspectiva não perfeita. ::: Primeiro comecei pelo centro, onde fica a Entrada principal, com uma caneta Papermate; depois fiz a parte mais afastada, com esferográfica; e só depois fiz a ala direita, com uma caneta de ponta fina 0.5. Para além do gozo que deu perceber como cada material se comporta de maneira tão diferente, eles fazem com que o desenho ganhe detalhe conforme “se aproxima” do observador – que é um dos truques para reforçar a perspectiva. ::: Só no terceiro dia pintei o desenho: o Hotel com o Kit Sépia da COPIC e o céu com Ecoline azul numa Caneta de Água.