188.


OUTONO. O céu de Lisboa está cinzento mas a temperatura amena. São as condições ideais para pedir um Croissant na Benard. Com doce de ovos, chocolate, misto, só com manteiga ou simples, tanto faz. E para acompanhar, uma Meia de Leite – que ali é servida com o leite e o café em recipientes separados para que o cliente tinja o leite até ao tom da sua preferência. Um pequeno luxo para fingir que está tudo bem.

144.


São Pedro do Sul (25/25). Com o hall de entrada do Balneário Rainha Dona Amélia, onde a decoração “modernaça” destoa de tudo o resto, termino a Série São Pedro do Sul. ::: O fim desta Série coincide com a entrada do LigeiramenteCanhoto no Facebook (acabei por ceder…) mas tudo vai continuar a acontecer aqui – o Facebook servirá para “espalhar a palavra” mais eficazmente. Já agora, aproveito para dar as boas vindas a todos os novos seguidores.

121.


SÃO PEDRO DO SUL (2/25). A primeira palavra que nos vem à cabeça ao chegar àquele lugar mágico é: água. Nunca a expressão “água é vida” fez tanto sentido. Não só literalmente – a correr mansamente no rio, a brotar a ferver das pedras – como metaforicamente, já que toda a economia da Vila gira há séculos em torno do poder curativo daquelas águas. Assim sendo, no primeiro desenho feito para esta reportagem gráfica, enquanto esperava ser chamado para a consulta obrigatória com um dos Médicos residentes, decidi utilizar umas aguadas… vinha a propósito. Quis o destino – e o descuido – que o conceito fosse levado ainda mais longe ao esborratar tudo já perto do final. Meter água. Não deixa de fazer sentido.