Horários 2016/17


E estamos de novo na época de fechar horários.  Este ano a minha disponibilidade é a seguinte:

 

Aulas de grupo n´A Torre:

INICIAÇÃO – Terça-feira (das 17h15 às 18h15)

DESENHO 2 – Terça-feira (das 18h15 às 19h15)

DESENHO 1 – Quarta-feira (das 17h15 às 18h15)

 

Aulas individuais na António Enes:

Segunda e Quinta-feira (à tarde)

 

Clique nos links para mais pormenores. Tudo o resto: ligeiramentecanhoto@gmail.com

Quem quer desenhar comigo?


Não poucas vezes, amigos adultos, pais de alunos e conhecidos em geral, partilham comigo a vontade que sentem de reaprender a desenhar.
Outros admitem curiosidade (ou será incredulidade?) perante essa coisa exótica que é “ensinar a desenhar” e como farei eu para conseguir isso…
Algumas dessas pessoas pediram-me para avisar aquando da próxima oportunidade e é isso que agora faço: quem quiser passar duas horas sobretudo a desenhar (mas também a ouvir-me, lamento) num dos locais culturais mais agradáveis de Lisboa… siga o link e apareça.
Não prometo que aprendam tudo de uma vez mas vou dar algumas pistas que considero importantes. O resto é convosco e com os vossos lápis. Até quarta.

Captura de ecrã 2015-11-02, às 11.41.30

https://www.facebook.com/events/976799965705616/

Flashback


  
Aquele momento em que a filha já há muito passou para o escorrega e a Mãe continua a baloiçar lentamente, olhar vazio, a pensar ninguém sabe bem no quê. 

É infinitamente estúpido, o medo.


Uma das piores consequências do medo que os actos aleatórios de terrorismo que vão acontecendo por estes dias ajudam a espalhar é a discriminação inadvertida onde nos vemos (todos!) mergulhados.

De repente, a cor da pele do passageiro que se senta à nossa frente no avião, a sua forma de vestir, o seu corte de cabelo, o seu sotaque, fazem-nos presumir… coisas. É a generalização, a discriminação, o estereótipo e o racismo no seu pior.

E depois, temos a viagem estragada. Porque pior que os receios que estes pensamentos nos trazem é o nojo de tê-los pensado.

Benditos são os frutos.


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“(…) E Contudo não sei de criatura

Que mais deseje ter esta alegria

De um fruto azedo que arrancou doçura

Do céu, das pedras e da luz do dia”

Miguel Torga